Pois que correram muito bem sim senhora. Uma em Ovar e outra em Viana. E ontem fiz (numa tarde) Porto-Ovar, Ovar-Viana e Viana-Porto. Isto é que é gastar. Gasolina, mais dinheiro para portagens, enfim, um luxo. E penso ter passado à segunda fase em ambas as empresas. E para a semana lá irei novamente se Deus quiser (e vai querer não é?). Mas essas entrevistas, agora não com os responsáveis de recursos humanos mas sim com as direcções dos departamentos em questão, serão bem mais complicadas. Serão entrevistas muito técnicas, formais, tricky. Daquelas em que não se consegue adormecer na véspera e depois se tem de beber litradas de café na manhã seguinte para, pelo menos, conseguir dizer direito o nome. Daquelas que parecem autênticos exames.
De todas as perguntas que se fazem em entrevistas de trabalho, a mais mother fucker é sem dúvida a que aborda o salário que se pretende auferir. Não convém deitar tudo a perder com uma resposta, digamos que....ao lado. É preciso estar dentro dos valores praticados no mercado para aquela função + riqueza da própria empresa (lucros anuais, cotação na bolsa, estatuto e prestigío...) e subtrair 500€ ao valor que pensavamos ser justo receber. Grrrr......C'est la crise!

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